Nan Hua Ching O Livro Da Flor Do Sul __full__ -
Atribuído ao sábio (Zhuangzi), que viveu por volta do século IV a.C., o texto é muito mais do que um tratado religioso; é uma obra-prima da literatura universal que desafia a lógica convencional e convida o leitor a um "passeio livre e focado" pela existência. O Significado do Título
Juntos, "Flor do Sul" evoca a ideia de que o ensinamento de Zhuangzi é um florescimento radiante e alegre da sabedoria Taoísta. Enquanto Lao Tsé é a raiz profunda e escura (a água, o vale), Zhuangzi é a flor que se abre sob o sol do meio-dia. É um Taoismo mais poético, humorado e anárquico.
A obra que chegou até os dias de hoje é dividida em 33 capítulos, organizados no século IV d.C. pelo comentador Guo Xiang. Essa estrutura divide-se em três seções: nan hua ching o livro da flor do sul
Students of Eastern philosophy, practitioners of mindfulness and wu wei, and readers who enjoy literary paradox (e.g., fans of Kafka, Borges, or Lewis Carroll).
Ler o Nan Hua Ching: O Livro da Flor do Sul não é acumular conhecimento acadêmico, mas sim passar por um processo de desaprendizado. É uma obra que não quer lhe dar respostas prontas, mas sim libertar a sua mente das gaiolas conceituais que impedem o vislumbre da verdadeira liberdade. Como o próprio livro sugere, quando paramos de tentar medir o oceano com uma concha de sopa, tornamo-nos capazes de nadar na imensidão do próprio Tao. Atribuído ao sábio (Zhuangzi), que viveu por volta
A expressão Nan Hua refere-se ao "Florescimento do Sul". Chuang Tzu foi postumamente honrado com o título de "Iluminado de Nanhua" durante a Dinastia Tang, e seu texto passou a ser chamado de "Escritura Sagrada da Flor do Sul". O termo evoca a vitalidade, a beleza e o desabrochar da consciência que ocorre quando nos alinhamos ao (o Fluxo Universal). As Características da Obra
Afinal, como diria o próprio Zhuangzi: "O homem perfeito usa sua mente como um espelho – ele não persegue as coisas, nem as recebe. Ele responde, mas não as retém. Por isso, ele pode vencer todas as coisas e não se ferir." É um Taoismo mais poético, humorado e anárquico
Desapegar da necessidade neurótica de controlar os resultados.
In the traditional Taoist canon, the three essential works are often described through the metaphor of a tree: The Roots: I Ching (Book of Changes)
The original text is divided into 33 chapters (the "Inner" 7 chapters are widely accepted as written by Zhuangzi himself; the "Outer" and "Miscellaneous" chapters were likely compiled by his disciples).